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O Autor, advogado em cuja vida profissional, entre outras especialidades do Direito, militou no Direito Penal, nesta obra, numa retrospectiva do julgamento de Jesus Cristo e da análise da evolução dos Códices do Direito Penal e Civil através dos tempos, procura mostrar e demonstrar que, mesmo naquela época, ocorriam faltas graves no Direito, típicas dos regimes repressores e opressores, quando se trata da manutenção do status quo dominante.
Esta obra leva o leitor a uma ambientação histórica, social e religiosa de todas as partes envolvidas no processo do Nazareno para, desta maneira, poder demonstrar, ou, pelo menos, argumentar com base no Direito Penal vigente naquele teatro, o que pode ter sido o maior erro judiciário de todos os tempos, com repercussões universais que perduram até hoje, no que chamamos de modernos Códigos Penais.
Como exercício diletante, o Autor convida a imaginar aqueles mesmos fatos como se perpetrados em nossos dias, para que se possa tentar compreender, pela perspec tiva do homem moderno, o trata mento dado Àquele réu de inconteste inocência.
Esta obra leva o leitor a uma ambientação histórica, social e religiosa de todas as partes envolvidas no processo do Nazareno para, desta maneira, poder demonstrar, ou, pelo menos, argumentar com base no Direito Penal vigente naquele teatro, o que pode ter sido o maior erro judiciário de todos os tempos, com repercussões universais que perduram até hoje, no que chamamos de modernos Códigos Penais.
Como exercício diletante, o Autor convida a imaginar aqueles mesmos fatos como se perpetrados em nossos dias, para que se possa tentar compreender, pela perspec tiva do homem moderno, o trata mento dado Àquele réu de inconteste inocência.
| Sobre o Autor | André Santos Novaes é Advogado, OAB/SP, in memorian. |









