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Neste livro, Adolpho Lindenberg faz o balanço do debate entre defensores e opositores do mercado livre.
Após a queda do Muro de Berlim, quando ficou patente aos olhos da opinião pública mundial o fracasso das economias controladas pelo Estado, era de se esperar que o bom senso levasse as correntes ideológicas opostas ao mercado livre a reconsiderar suas poisções e a valorizar o instituto da propriedade privada e a livre iniciativa, como sustentáculos de uma ordem socieconômica próspera e verdadeiramente livre. Não foi isso, infelizmente, o que ocorreu.
Após a queda do Muro de Berlim, quando ficou patente aos olhos da opinião pública mundial o fracasso das economias controladas pelo Estado, era de se esperar que o bom senso levasse as correntes ideológicas opostas ao mercado livre a reconsiderar suas poisções e a valorizar o instituto da propriedade privada e a livre iniciativa, como sustentáculos de uma ordem socieconômica próspera e verdadeiramente livre. Não foi isso, infelizmente, o que ocorreu.
| Sobre o Autor | Adolpho Lindenberg nasceu em São Paulo em 1924, formando-se em Engenharia Civil pela Universidade Mackenzie em 1949. Trabalhou durante três anos como engenheiro, fundando em 1952 a sua própria empresa, que se tornou em pouco tempo uma das construtoras mais conceituadas do Brasil, e cujo nome está associado à reintrodução do estilo colonial e clássico nas construções modernas. Lindenberg dedicou-se desde novo ao jornalismo, colaborando em influentes órgãos de inspiração católica, como O Legionário e Catolicismo, das dioceses de São Paulo e Campos, respectivamente, sob a orientação do seu primo e conhecido pensador católico, Plinio Corrêa de Oliveira. Juntamente com outros empresários tem promovido a tradução para o português, bem como a divulgação de livros e artigos favoráveis ao mercado livre, nomeadamente de Ludwig von Mises, Milton Friedman, Daniel Villey, Louis Baudin e Friedrich von Hayek. Deste último, prêmio Nobel de Economia, prefaciou a edição brasileira de O caminho da servidão. Reside em São Paulo e é casado; tem quatro filhos e nove netos. |









