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A justiça é uma noção que, desde a Antiguidade, desafia filósofos e juristas, constantemente chamados a defini-la. Mas, como valor essencial da convivência, a justiça também pode ser conhecida por meios simbólicos. Levando isso em consideração, este livro procura mostrar como a arte, em suas diversas manifestações (literatura, pintura, escultura etc.), enxerga a justiça, e por quais lentes sociais ela é vista. Por ser mais intuitiva que conceitual, a arte é capaz de exprimir com precisão alguns dos problemas e das contradições vivenciados por aqueles que, socialmente, têm por missão realizar a justiça.
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| Sobre o Autor | Bruno Amaro Lacerda é Bacharel em Direito pela PUC-MG. Mestre e Doutor em Filosofia do Direito pela UFMG. Leciona no mestrado em Direito da Universidade Presidente Antônio Carlos. Publicou as obras "Raciocínio Jurídico" (Belo Horizonte: Mandamentos, 2006), "Teorias Esquecidas da Justiça" (Belo Horizonte: Líder, 2006) e "Direito Natural em Platão" (Curitiba: Juruá, 2009).Mônica Sette Lopes é Bacharel em Direito pela UFMG. Doutora em Filosofia do Direito pela UFMG. Professora associada da Faculdade de Direito da UFMG, onde leciona nos cursos de graduação e de pós-graduação. Professora residente do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG (2009/2010). Juíza da 12ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte. Publicou as obras "A Equidade e os Poderes do Juiz" (Belo Horizonte: Del Rey, 1993), "A Convenção Coletiva e sua Força Vinculante" (São Paulo: LTr, 1998), "Uma Metáfora: Música e Direito" (São Paulo: LTr, 2006) e "Os Juízes e a Ética do Cotidiano" (São Paulo: LTr, 2008). |












