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Por que ativismo-cooperativo na produção da prova?
Porque, sem a participação efetiva do juiz na instrução do processo, para garantir a igualdade das partes, não se pode alcançar um resultado justo.
Este livro trata desse juiz do século XXI, que não é neutro, nem “boca da lei”, mas um juiz ativo, vivente e convivente, que procura julgar com justiça, sem ferir o atributo da imparcialidade.
Porque, sem a participação efetiva do juiz na instrução do processo, para garantir a igualdade das partes, não se pode alcançar um resultado justo.
Este livro trata desse juiz do século XXI, que não é neutro, nem “boca da lei”, mas um juiz ativo, vivente e convivente, que procura julgar com justiça, sem ferir o atributo da imparcialidade.
| Sobre o Autor | Maria Francisca dos Santos Lacerda é Desembargadora Federal do Trabalho aposentada. Mestre em Direito pela UFES. |









